Algures no mundo

Myanmar. O princípio.

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Claramente mais do que ver cenários bonitos (que também é giro, e tal, mas me farta rapidamente), eu gosto de pessoas. Gosto da forma que comunicam, mesmo quando parecem não comunicar. Da forma que olham de soslaio, com vergonha. Da forma que mudam para um sorriso, assim que vêem outro deste lado.
As pessoas aqui são assim…são quase como crianças, ávidas de ver mais, já que é difícil sair do país, e apenas há pouco tempo é que estrangeiros começaram a entrar.
Gostam de fotografias, de falar, de saber de onde somos e para onde vamos. Bem, o chato é quando querem saber isto tudo, mas o inglês é tão mau que não se percebe. Aí começa a risada, porque faço mil gestos, mil sons e no fim do dia, ninguém percebeu nada…mas demos gargalhadas (e só isso vale por muito!)
Se já vi muito do Myanmar? Não! Mas fui a um templo com um Buda, andei de autocarro – lata de sardinhas e cuja validade passou ha 7 anos -, falei com várias pessoas, fiquei a saber que o meu animal é o porco da guiné e que é o mesmo do que o do Obama, que aqui há oito dias da semana, porque a quarta feira conta por dois (de manhã é um dia, e à tarde é outro…sendo que quando perguntei a diferença o Buda me disse que num o elefante tinha dentes e no outro não…whatever that means…)…e por aí além.

And so far…sooooo good!

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