Algures no mundo

O balão do João sobe sobe sem parar. Ou não.

4 Comments

Gosto de feiras. Ontem, com grande sorte por estarmos no sítio certo, à hora certa, acabámos por ir a um festival muito famoso no Myanmar relacionado com balões – lançamento de balões -, e que incluía uma feira.
Do melhor.
E se pensam que já viram tudo…esqueçam. Alguns pontos que ficaram marcados:

– lembram-se da cena do The Notebook em que o Ryan Gosling salta para a roda gigante e fica lá pendurado até a miúda dizer que sai com ele? Se não se lembram, também não importa…aqui o importante perceber é que eles tiraram essa ideia depois de umas férias por aqui, de certeza. E porquê? Porque aqui as rodas gigantes são feitas de madeira e não têm motor. Funcionam com pessoas penduradas na estrutura e a saltar de umas partes para as outras (alguns de chinelos!!) para fazer peso, para que a roda ande. Surreal!

– os balões sobem com ar quente que vem de uma chama (até aqui nenhuma novidade), bom bom é quando de repente, e sem querer, claro, quando já no ar, o balão pega fogo e vem parar cá abaixo bem mais rápido do que subiu (não houvesse uma coisa chamada gravidade). Quase em cima das pessoas. Ou melhor, teria sido em cima das pessoas se elas/nós não tivéssemos fugido.

– se quiserem um cachorro e pensarem naqueles do Psicológico, ou da Boca do Inferno…ora, não vai acontecer. Apesar de na banquinha dizer: hot dogs…a única semelhança é haver uma salsicha. Na verdade, a única coisa que há nestes hot dogs é a própria da salsicha. Espetada num pau.

– os fogos de artifício que já vi são zero quando comparados com o que os balões aqui fazem, depois de serem lançados. 10 minutos consecutivos de fogo de artifício vindos de um balão, no ar, e cujos “remainings” iam caindo no chão, a grande velocidade, do género bazucas. Um deles caiu num miúdo ao nosso lado e ele ia pegando fogo. E todas as pessoas a correrem, e todos a gritar enquanto tropeçávamos porque correr no escuro a olhar para cima para não se ser surpreendido por um bocado a arder é obra.

– o Luís a pagar uma viagem na roda gigante (sim, que ele não foi) a 4 miúdos. Foi, de certeza, a loucura do dia deles. Mas depois todos estavam apavorados (admito que eu também) porque tudo abanava e claro que não havia cintos. E a cadeirinha quase que virava.

– eu a marcar um cesto de basquete e a ganhar uma lanterna depois de todos comprarem um cocktail (sendo que dois deles eram o mesmo cocktail, mas um deles saiu amarelo e o outro cor de laranja. Trazendo um dito que usam muito na Tailandia: same same, but different!).

Bem, mas se não houver um bocadinho de loucura e perigo, depois não há histórias. Venham eles, portanto!

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4 thoughts on “O balão do João sobe sobe sem parar. Ou não.

  1. Ena, Maria! Excelentes fotografias!

  2. bem me parecia que a minha mochila do ginásio/fim de semana se tinha evaporado

  3. For the record, a mochila é minha!

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