Algures no mundo

Tofo.

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Depois de 8 horas de chapa, desconfortável como tudo, e com paragens a cada 15 minutos, lá chegámos ao Tofo (onde fui roubada uma vez e estava apavorada que me acontecesse outra vez).

Vi baleias, nadei com tubarões baleia, tartarugas, moreias (que são aquelas coisas más do filme da pequena sereia, como expliquei à Margarida, e que cada vez que abriam a boca, eu achava que lá cabia a minha perna toda dentro. Ou a cabeça, o que não me deixou muito descansada). Comemos lagosta. Camarão. Camarão. Lagosta. Vinte vezes. Passeámos na praia. Deserta e com 4 pessoas. Aprendemos a tocar um instrumento muito giro do Zimbabué. Conversámos com mil pessoas. Fomos quase pedidas em casamento (“Maria, tens que ter um também em Maputo, para descansar a cabeça. É que às vezes começa a aquecer e depois é preciso arrefecer. “Ah, tá, vou ver se consigo explicar isso ao Luís!) Tirámos fotografias, menos a um que dizia que eu ia por as fotografias no jornal e ganhar muito dinheiro com elas. O Júlio. Que tinha uma barraca. Bebemos água de coco (na verdade eu não gosto, mas achei que ficava bem dizer, ahah).

Fins-de-semana destes são do melhor. E Moçambique nunca desaponta!

(Parte menos boa, matámos um cão a vir para cá. Eles atiram-se para a estrada.)

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