Algures no mundo

Bocadinhos de Moçambique fora de Moçambique. E fora de mim.

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A Margarida é a maior.

Podia pensar em muitos adjectivos e exemplos, mas “maior” abrange tudo. Ou quase tudo.

Não é possível não rir com ela. Não é possível estar-se chateada. Tudo está sempre bem. Com um sorriso na cara e com uma mão fechada a fingir de microfone, enquanto faz as perguntas mais idiotas que se pode imaginar. Do género jornalístico. A Margarida alinha sempre em tudo. Ele é andar de chapa. Ele é apanhar boleias. Ir a concertos ou jantares. Se quer alguma coisa, pede sem problema e se ouve um não, também sorri. A Margarida era o meu cantinho nesta terra. Mais nova, amiga da minha irmã “pequenina”. Mas meu cantinho, agora.

Ela foi-se embora (como eu também vou). Mas ainda assim, nestes últimos dias, ela fez e está a fazer (e vai fazer) falta.

Margarida, vamos dar uma volta à rotunda procurar o Nelson? De calções de Nelspruit e a condizer. (Tenho a certeza de que ela diria que sim).

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