Algures no mundo

Sempre a correr.

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Nunca 4 dias em Portugal (ou vá, 3 dias e meio) foram tão produtivos.

Depois de vir de Moçambique, ainda nem consegui sentir o vazio normal (mesmo sabendo que “há-de vir”, como diriam por lá) de tanto que foi preciso fazer (é que organizar um casamento à distância tem muito que se lhe diga). 

Mas o vazio virá. Afinal de contas há países e países. E depois há Moçambique. 

A comida, as praias, as aventuras de chapa (ou transporte colectivo, como lhe chama o Luís), os pores do sol. As tempestades. O cheiro (nem sempre bom, é verdade, mas sempre característico). O nunca nada funcionar. A música. A dança. O haver sempre tempo mesmo quando não há. O tudo ser possível. E depois de tudo isto (ou deveria dizer “antes”?), há as pessoas. Os amigos. Os conhecidos. Os desconhecidos que passam na rua e sorriam, ou dizem: “és bonita”, ou ainda “‘tou a gostar de te ver”. 

Ficam as saudades. E a certeza de que hei-de voltar. 

Por agora, enfim…para a frente é que é caminho. E, neste caso em concreto, a minha frente é a Colombia. Agorinha. E daqui a duas semanas: Brasil.

Diria que são frentes interessantes. E “tráses” também. E o presente…same same.

Vamos lá explorar outro lugar!

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