Algures no mundo

30 são os novos qualquer coisa.

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E assim de repente, puff, vira-se 30. Não que me incomode, que na prática continuo a ter que mostrar o BI nos bares (isso cheja a ser ridículo), e a ouvir dizer que parece que tenho 20 ou 25 anos.

Bem, no outro dia uns miúdos disseram: “a senhora” e eu fingi que não era para mim. E não era, claro. Ou era, mas adiante.

30 anos. Na verdade não muda muito. É que, como dizia hoje a uma amiga minha, tudo está sempre a mudar comigo, que o estranho é quando não muda nada. De repente são os 30. É um casamento. É ir viver para qualquer sítio que não sei bem qual será (primeiro Singapura, mas depois muda, claro está, outra vez). É um maridão (não não, um namorado, que isto de marido é muito estranho e não gosto), é um namorado que se vai embora. É fazer novamente as malas (juro que me sinto orgulhosa da minha capacidade de fazer malas e não me agarrar a nada prático. Ora são estas calças, ora são as outras, tudo completamente indiferente). É achar que se tem um voo às 6 da manhã e descobrir que é as 7 da tarde. Coisas e coisas.

Mas os 30 foram bons. A passagem, que os 30 são agora no próximo ano. É ter uma família sempre ao lado. Mesmo que às vezes só num jantar. Ou só num almoço. É ter uns amigos que vêm ao meu jantar de anos, que já tem uma tradição de mais de 10 anos. É fazer os anos no dia de Santos (o jantar, que os anos não foram), e ter amigos que, ainda assim, vêm com um sorriso na cara (para depois irmos todos para os Santos, e, no meu caso, ficar na cantoria com o Pedrinho noite fora!).

É ter presentes espectaculares (eu adoro, lamento ser fútil, eheh). É ter um namorado que diz no novo trabalho que só pode partir no Sábado, que na Sexta tem os meus anos. É ter uma grande amiga que pode estar na China, mas que me liga sempre à meia-noite, no matter what. É ter uma irmã e uma prima queridas que perdem um Domingo a vir às compras. É tudo óptimo. Por isso, bem, so far, que sejam os 30 sempre assim.

E logo à tarde: here I go again. Adoro viajar, sim, mas a coisa que mais feliz me faria na vida era ter forma de me tele-transportar…é que aviões, isso não. É tempo perdido. Pressões. Comida terrível. Não gosto! Mas não se pode ter tudo!foto 4 foto 5 foto 3 foto 2

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