Algures no mundo

Lagoas Quissico.

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E depois há aqueles fins-de-semana para descansar. Não foi o caso deste.

É que tivemos a inteligência de decidir ir para um sítio que não conhecíamos sem ver bem onde ficava. Sim, no googlemaps dizia que era a 4 horas. Bem, foram 8.

E se isso me incomoda? Não. Mas digamos que não era eu a guiar. (Sendo que ainda bem que só descobrimos isso quando efectivamente lá chegámos, senão não teríamos ido, e valeu a pena).

Perguntei ao Mota no fim: “Mas não te soube a férias?”

“Soube a um dia!”. Mas tenho a certeza de que gostou, ainda assim. Um dia muito activo. Chegámos no Sábado a seguir ao almoço, que foi uma sandwiche de maionese e atum feita numa bomba de gasolina, com um garfo de plástico e um copo, que tivemos que pagar (ai, tudo se paga!). E no Sábado até estava um tempo meio meio, portanto não fez diferença não termos chegado antes, a verdade é essa (e há que ser positiva!).

Quando o JoJo da LaGoa, como ele se intitulava quando me ligava (bem, na verdade era mais: “Dona Maria, daqui LaGoa…”), me mandou mensagem a dizer para levarmos lanternas, tenho a dizer que houve quem ficasse assustado. Principalmente conhecendo-me. Mas “não havia necessidade, zz zz”, já dizia o Diácono Remédios. Era um ecolodge, sim. Não tomámos banho durante o fim-de-semana (é que não estava assim tanto calor para água fria), e não havia luz, nem sítio para carregar o que quer que fosse. Mas tirando isso, era bem giro.

E tinha uma lagoa (não fosse essa a principal atracção do sítio), com uma canoa (que conseguimos ir quase virando quando decidi ir andar com os rapazes, estando toda vestida e com a minha bela máquina na mão. Fiquei encharcada, mas a máquina ficou impecável), e que na verdade, no dia seguinte, virámos mesmo. Tinha uma rede de voley. No meio da lagoa (vá-se lá entender). E tinha um sítio, para fazer churrascos, bem giro. Mas faltou-nos paciência para esperar que o lume virasse carvão e “tá de fritar a carne com o lume, literalmente, onfire”. Ou chega, churrasco chamuscado. Mas foi óptimo.

E dormimos bem. E tudo mais.

Se valeu as 8 horas? Valeu. Eu achei que sim.

E check em mais uma praia de Moçambique. Acho que vou virar agente de viagens desta terra. Ia-me safar muito bem, sem dúvida!

(Das melhores coisas, claro, na minha opinião, foi termos passado por várias vilas e termos metido conversa com imensa gente. Incluindo com o Abraão, que trabalhava em África do Sul, mas vinha a casa uma semana de dois em dois meses. “Mas como é que tens tantas férias? Isso também eu quero!”. “Ah, é que vou ao médico e ponho baixa”. “A sério? Mas não te dizem nada? O que é que tens desta vez?”. “Ahhaha, É do estômago!”. Exacto. Esta lata é qualquer coisa, minha gente! E a vergonha na cara é ainda maior. Ou não).DSC_1021 DSC_1001 DSC_0993 DSC_0989 DSC_0973 DSC_0962 DSC_0928 DSC_0891 DSC_0884 DSC_0871DSC_0920DSC_0883

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