Algures no mundo

Bali.

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Tinha uma ideia de Bali terrível, admito. De um sítio cheio de turistas. Meio sujo. De pessoas pouco simpáticas. Sítios nada interessantes. Gente show-off. Terrível, lá está. Ainda assim paguei um balúrdio por uns bilhetes de avião para lá ir mais 4 dias (podia ser que desta vez fosse melhor). Estava claramente a apostar na companhia (bem, sendo que da última vez também tinha sido boa!). Mas íamos ver.

Que surpresa. Claro que a companhia ajudou. Os sítios ajudaram. A comida ajudou (comi por sete! Dang!!). As pessoas, sabe-se lá como, de repente, pareceram-me do mais simpático possível. Algumas praias passaram a ser bem giras, também. E o fantástico presente de casamento dado pela Joana e Hendrik foi uma cereja no topo do bolo. Digamos que o facto da comparação ser uma Singapura poluída (que neste momento está a loucura da poluição!) também contribuiu. Mas mesmo sem isso, teria valido bem o balúrdio dos bilhetes. E eu sou forreta!

E ainda deu para ir a umas massagens. E jogar umas raquetes na praia. E, momento dos momentos, ouvir Ruth Marlene e Emanuel no rádio do nosso taxista (que assim que começámos todos aos berros a cantar achou por bem carregar no acelerador, a subir, com o ar condicionado no máximo, e tentar ultrapassar numa curva onde não se via nada, assim num momento de loucura. Pronto, tinha perdido a cabeça. E nós também, não fosse o carro estar com tão pouca força que não conseguiu fazer o que ele queria e assim não bateu com outro carro qualquer que vinha de frente). Calma, a moda do Pisca-Pisca é bom, mas não vale um choque frontal!

Uma outra parte menos agradável foi o Copy querer fazer contrabando de coral. Tss Tss Tss. E onde carregá-lo? Nos pés (é o que dá surfar com maré baixa e sem botas em certos sítios por estas bandas). Ups, not so good, temos que admitir! Isso fez com que passássemos a andar a dois à hora cada vez que queríamos ir a algum lado, algo que eu agradeci silenciosamente! Ah, e menos agradável ainda (desculpa Copy, mas o que vou dizer a seguir é pior do que o coral dos teus pés) foi o facto de não ter conseguido ir ao Mac, porque no aeroporto de Singapura só há num dos terminais, e no de Bali não há. Shame on them.

Fica para a próxima.

Por agora, ficamos nós. E bem giros.DSC_1436 DSC_1470 DSC_1541 DSC_1555 DSC_1561 DSC_1567 DSC_1597 DSC_1616 copy DSC_1651 DSC_1662 DSC_1668 DSC_1684 DSC_1695 DSC_1698 DSC_1732 DSC_1760 DSC_1768

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