Algures no mundo

Slovenia.

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Tenho a dizer, admitindo a minha enorme ignorância, que não fazia ideia do que era a Slovenia. Bem, calma, sabia que era um país que tinha uma capital com um Js lá pelo meio, e que ficava por aqui na Europa, e…bem, e era mais ou menos isso.

No outro dia, abri o mapa da Europa e pensei: bem, onde vamos a seguir? O que é que fica aqui perto e nós não tenhamos ido?

Bang, Slovenia. Let’s go! 4 horas e tal de distância de carro era perfeito (ok, na volta demorámos 8, por causa do trânsito, mas nem me quero lembrar disso).

Acabámos a dormir na Croácia na primeira noite, que era mais barato. Burrice minha, nem vi como é que estava o tempo (tenho uma enorme dificuldade em imaginar que o tempo noutro sítio está diferente do que está no sítio onde estou. Calhau. I know) e acabei morta de calor. Resolveu-se a entrar numa loja e a comprar uns chinelos. Anyways, Croácia pareceu-me bem, mas só vi um “resort” que custava 23 euros por noite, para todos (estou a ponderar vir cá passar férias à séria).

Depois fomos a Piran. Que cidade mais querida (querida é um adjectivo assim meio nhónhó, mas é que era mesmo querida). Fazia lembrar Itália. Ruas com calçada, estreitas, cafés com óptimo aspecto (mas baratos, e esta parte era bem boa!), um castelo lá em cima (a Slovenia deve ter tido muitos reis, tal é a quantidade de castelos que tem. Ou isso ou gente que queria ter um castelo. Sei lá, eu também não me importava, desde que não tivesse que o limpar). Do melhor.

Depois, ala para Ljubljana. Com feiras na rua. Tudo muito bio (isso é claramente uma coisa muito destes lados. Só pensam em bio, e o melhor de tudo é que…guess what…também é tudo baratíssimo). Música por todo o lado. Um castelo giro giro que ficava lá no alto e que foi bem engraçado subir aquilo tudo a pé com a miúda no carro (eu achei engraçado, que só estava a ver o Luís a morrer. Não tenho a certeza de que ele tenha achado piada). Gente na rua. Gelados. Quebra-cabeças. Adorei. É uma micro-cidade. Mas eu conseguia lá passar uns belos tempos, parece-me. Com rios pelo meio. Giro, have I mention that?

Por fim, fomos parar ao lado Bled. “Puxa a vida, que beleza!”. Depois de um hotel muito fancy, acabámos num hostel, a comer pizza e batatas fritas em cima da cama (adoro esta nossa capacidade de dormir em qualquer lado, e achar sempre tudo normal. Quer seja o melhor hotel de sempre, quer seja o pior – embora eu não adore hotéis muito chiques, que as pessoas olham demasiado. Bem, só gosto dos pequenos-almoços).

O lado é lindo. A vista dos alpes com neve lá em cima. A igreja no meio do lago. O castelo (outro!) lá em cima. E o tempo que estava óptimo. Ah, e o andar de carrinho pelas pistas (de neve no inverno). E o andar de bicicleta (acho que deixei lá um pulmão. E não era eu a puxar o carro da miúda!). E o brincar com arco e flecha. All great.

Depois, pronto, foram as 8 horas de volta.

Sem comentários. Tudo o resto. 5 estrelas (e fica o conselho de lá irem, já que nunca ninguém mo deu, e eu teria gostado disso).DSC_4476DSC_4492DSC_4518DSC_4554DSC_4564DSC_4565DSC_4569DSC_4594DSC_4624DSC_4641DSC_4675DSC_4692DSC_4703DSC_4706DSC_4717DSC_4725

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