Algures no mundo

Fim-de-semana no Mónaco.

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Ora, que belo fim-de-semana. Ou sábado, vá, que no Domingo choveu. Business as usual!

Não foi no Mónaco, mas podia, porque nós estávamos do mais “glamorous” possível. Chique chique. Nós e a nossa bóia, que não só não era nossa (era só de uma das pessoas), como eu consegui rebentar com ela no fim do dia (tenho cá para mim que foi azar ser eu, só pode, ahahah). Puff. Literalmente. Não sei o que se passa comigo, mas nos últimos dois fins-de-semana consegui, com apenas os meus pezinhos, estragar uma bóia e partir uns óculos de sol em 3 partes. Tudo bem que ando pesada, mas isto é um bocado de mais.

Coitado do Flamingo. Não merecia.

Mas ficaram as fotografias (pirosas, é certo, mas deviam ver as que não pus aqui. Muito melhores. Melhores de tão mau que são, claro). E uma viagem de 2 horas e meia para baixo e para cima. Ou para cima e para baixo (numa autostrada onde não dava para andar a mais de 80, às vezes. Quem fala lindamente das autoestradas alemãs é porque não costuma cá por os pés. É do pior. Estão sempre a “trabalhar” nas estradas). Ficou também uma viagem num Fiat500. 4 pessoas (incluíndo um bebê que acaba sempre por ocupar um espaço estúpido com as cadeiras e tal), e um carrinho de bebê e toda a logística agregada a isso. Ficou um bolo de anos soprado um mês e um dia depois, mas que soube quem nem ginjas durante a tarde (só a nós, que as formigas bem tentaram atacá-lo, mas não permitimos). Ficou um schnitzel e batatas fritas. Ou umas salsichas. Trama qualquer um, a alimentação neste país. Uma praia de nudistas (ando claramente a “bumping into” pessoas nuas o tempo todo. Até já acho normal). Uma praia de gente vestida. Com fato-de-banho, entenda-se. Uma cidadezinha amorosa, mas onde as cozinhas fechavam às 9 da noite, e como bons tugas que somos (com um francês e um alemão, mas isso não conta), claro que quase que não apanhávamos nada aberto. E por aí adiante.

Parte mais difícil? Chegar quase às 3 da manhã a casa, e ter uma criança a acordar às 6 da manhã. Bang! Mas esse foi um problema do Luís, desta vez (e quase todas, temos que admitir). Ufff!

E o Flamingo? Ora, morreu, é certo, mas já se arranjou outro. Foi uma vida curta, mas cheia de aventuras.DSC_5259DSC_5263DSC_5280DSC_5283DSC_5296DSC_5323DSC_5330DSC_5338DSC_5353DSC_5362DSC_5378DSC_5391DSC_5408DSC_5449 copyDSC_5480DSC_5487DSC_5531DSC_5574DSC_5598DSC_5601DSC_5603DSC_5605DSC_5615DSC_5622DSC_5624DSC_5633DSC_5634

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