Algures no mundo


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Ah-vai? Ah-foste. (Hawaii no seu melhor. Assim como estas piadas).

Confesso que o Hawaii me tirou o ar – aka took my breath away. Ah, wait, isso não foi o Hawaii, acho que foi o abraço que o meu Ironman (sim, ler com orgulho e uma pitada de pirosice) me deu. Porque lá para o meio das férias decidiu ser muito querido e se não me partiu uma costela, fez qualquer coisa do género, que ando aflita, até a respirar (lá está!). Mas adiante, que isso agora não importa nada.

Há gente que tem um fascínio pelo Hawaii, not my case. Ou não era. Achava que devia ser giro, mas era isso e ponto. Ainda por cima nem íamos para as ilhas de que as pessoas sempre falam, e numa altura em que o vulcão decidiu funcionar, ou seja, nem me parecia assim top of the pops.

Mas depois apareceu a Big Island. A água quente (ou meio quente. Não demasiado. Não de menos). As praias com palmeiras. As tartarugas ao nosso lado, sem repararmos (o que admito que assusta um bocado, quando acontece sem estarmos à espera). Apareceu o calor (não que me falte em Austin, que estão 38 graus todos os dias).

Apareceu o helicóptero onde fomos ver o vulcão (e não há explicação da emoção que é ver a lava a saltar da boca do vulcão, que de tão vermelha, fica cor-de-laranja, ou o contrário, whatever. Não há explicação do que é ver lá de cima tudo preto, com árvores caídas no chão como se fossem um carimbo numa folha de papel. Ver as casas que já não se vêem, ou as casas que, por enquanto, se safaram porque a lava foi simpática e passou “só” a 10 metros, em vez de passar por cima). O vulcão? Oh, o vulcão. Nunca pensei que passasse por isto na minha vida, e por isso acho que faço bucket lists depois de passar pelas coisas, o que não é mau. Esse vulcão que trazia todos os dias mau tempo num dos lados da ilha (ainda bem que não foi no nosso, admito) e que fazia com que pores do sol fossem diferentes do habitual. Enfim, foi espectacular.

Mas não foi a única coisa espectacular. É que temos uns amigos “p’ra lá de maravilhosos” que ficaram com as miúdas todas (sim, 4 miúdas com menos de 4 anos não é propriamente piece of cake, principalmente sabendo que era na hora de jantar e que uma delas só comia comigo – a que mama, entenda-se). Mas eles ficaram e o Luís e eu fomos mergulhar. Mas não é um mergulho qualquer. Foi “só” o melhor mergulho que já fiz até hoje. Mergulhar com mantas. Bichos enormes, à noite, que vinham dançar (sim, porque elas vinham comer, mas para nós pareceu um bailado) mesmo à nossa frente. Nem a um metro estavam, algumas. Na verdade rapei um belo frio lá em baixo, porque o fato me estava grande (com uma elegância destas, como não estar? Ahah, not!), mas enfim, aguentou-se.

Depois há as cascatas que não vimos, mas, como dizia a tia de uma amiga: “temos sempre que deixar alguma coisa para depois voltar um dia”. E a floresta, à qual não é muito fácil de ir com tanta criançada. E havia também o parque do vulcão, mas, por razões óbvias, teve que ficar “sem efeito”. Oh well. Noutra altura.

Mas isto tudo para dizer que foram umas férias “do cacete”. Que não, não é a ilha para se ir se só se quiser ir para a praia, mas como diz um amigo meu “se quiser só praia, vou para a Arrifana”, e eu até acrescento “ou mesmo para a Caparica”.

Quanto à logística das miúdas. Ah, estão todos a achar que os voos foram terríveis. Nope, até foram bons. De resto, andámos a levantar-nos todos os dias a belas horas. Desde as 2:30 da manhã em 2 dias até à 6 da manhã, em vários dias. Diria que o normal foi às 5. Yey, pelo menos aproveitámos tudo e mais um par de botas. Ou chinelos. Isto de levar crianças é muito giro, mas, para ser honesta, agora acho que precisamos de férias das férias. Eu não adoro jetlags, mas claramente que as minhas filhas ainda sabem lidar menos com isso do que eu.

 

Bang, não pode ser tudo perfeito. Mas, neste caso, esteve lá quase.

 

Até porque, sendo muito honesta, a companhia não podia ter sido melhor (apesar de ter conseguido, parte da companhia, quase que fazer a festa da espuma na cozinha, porque decidiu por detergente de lavar a loiça à mão, na máquina. Isto quando o senhoria tinha lá passado por casa e quase que teve um avc só de ver a máquina a “espumar-se”). Ah, don’t we love surprises?! Vamos lá ver se recebemos a caução ou não.

Ficam “mil” fotografias, mas entre praias giras e miúdas ainda mais giras, torna-se difícil escolher quais não por.

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Viagens boas? São todas. #NOT

E pronto, mais uma viagem. Até tremo sempre que penso que vai acontecer. E acabo sempre a prometer-me a mim mesma que nunca mais voo no fim (e o que é para lá de idiota, já que, por exemplo, neste caso, tenho outra viagem de 10 horas marcada para daqui a 15 dias. Oh well, não aprendo).

Mas vamos lá. Começa por haver um problema qualquer que não nos permite fazer o check-in online e o voo estar atrasado. Tudo bem (desde que não atrase muito porque só temos 2 horas de conecção). Chegamos mais ou menos a tempo ao aeroporto, para ter um senhor nervoso (coitado, só reparei depois que estava em formação) a fazer perguntas como: “foi a senhora que fez a sua mala?”, e “Ah, em austin? Dizem que é bonito”. Sorrio e digo-lhe “sim, é, mas estou atrasada para o voo”. Resposta, meio a gaguejar: “atrasada, pois, é chato”. Respiro fundo. Começa bem.

Cinquenta malas atrás e 3 crianças. Uma não anda, uma anda demais e outra decide que estar nos terrible two é que é, portanto faz birras a torto e a direito. Vamos comprar uns pastéis de nata e, em menos de 2 segundos, duas delas desaparecem. Corro, toda a gente a fazer sinais e lá estão elas, quase a partir frascos de perfume. Cheios de fome mas vazios de tempo, tentamos despachar-nos, mas não é fácil explicar à mais velha como se anda em escadas rolantes e/ou tapetes rolantes, portanto fazemos maratonas para garantir que se cair, não leva com carrinhos ou pessoas ou malas atrás.

Chegamos à porta e claro que sou escolhida para “random search”. Dá sempre imenso jeito, com uma das miúdas enfiada no pano à minha frente. E depois a do meio também é escolhida. De facto, a miúda é terrorista, mas não do género de que eles procuram. Com uma no pano e outra ao colo, lá vamos nós ser revistadas. Adoro.

Elas continuam com fome, lá fazemos o nosso número habitual de pic-nic no meio do aeroporto e saltam das nossas malas uvas (que caem no chão, são pisadas e ficam um nojo), sopa, que é comida de palhinha porque nos esquecemos da colher, pacotinhos de fruta, que são espremidos antes de chegarem à boca e aterram nas camisolas e por aí além. Ficam sujas, mas alimentadas. Menos mal. Trocar fraldas (sim, isto sempre vezes 3. É uma maravilha).

E pronto, chegam ao voo e mais ou menos que adormecem. Vai correr tãoooo bem. I can feel it.
Só que não.

Eu estava já cansada (I wonder why) e decido beber um bocadinho de coca-cola. Ohhhh, o que fui eu fazer. Uns simples golos de coca-cola conseguiram fazer a mais nova estar aos berros duas horas. As últimas duas horas de voo. Nunca achei eu que fosse usar um bebegel na casa de banho de um avião (well, yesterday was the day). Espremo a barriga, enquanto vou cantando (se alguém me ouve lá fora, deve só achar que alguém se está a passar. O que não seria totalmente diferente da verdade). Mas mesmo assim, não se cala. O Luís cheio de dores de cabeça. E eu? Eu acho que já nem tenho cabeça. Aquilo chegou ao ponto de eu sentir que as pessoas já estavam era com pena minha (ou então não). Pelo menos só me vinham dizer: “you are doing an amazing job”, ahah. Imagino o que diriam se ela estivesse estado calada. Durante as 8 horas do primeiro voo eu devo ter-me sentado uma hora e 40 (tempo que durou os desenhos animados de um urso sem som que eu acabei a ver. Mas não seguido, claro). O resto do tempo foi passado aos saltos (caramba, não entendo como não emagreço, porque devo ter feito 7 meias maratonas, ou 3 maratonas e meia, como queiram). E a ir buscar a do meio que só queria estar na business class (claro, fina!). Só que as hospedeiras não estavam a achar graça nenhuma.

E lá andava eu. Cantei, pulei, fiz caretas e por aí além. Se não entreti as miúdas, de certeza que entreti os outros passageiros.

Entre fraldas (again, bolas, esta gente só faz xixi e cocó), leite, bolachas (acho que nunca comeram tão mal na vida), gente que me vinha também dizer: I know what that is, I have 3 ou I have 4), e muitos berros, o voo fez-se. Tudo para nos apercebermos que íamos ter 50 minutos para sair do avião, passar na fronteira, agarrar nas malas, fazer drop off das malas e chegar à porta do outro avião. Tranquilo. NOT.

Saímos a correr. O Luis com um carrinho ao ombro (daqueles pesados, entenda-se, e que estava desmontado, mas não havia tempo para montar), 2 mochilas e uma das miúdas. Eu com uma mala, uma cadeira de carro e a mais nova ao colo, e a mais velha, olha, coitada, tem que se safar. “vamos” dizia eu, “tu consegues, yeyyy”, e ela corria, parava, agarrava-se à fralda e dizia: cocó, cocó. Bolas, vou ter que agarrar nesta também (felizmente uma alma caridosa agarrou na mala e na cadeira e disse: “Ill take it, take her”). Lá vamos nós a correr, a mais velha aos berros, a mais nova também. Oh que maravilha. Chegamos aos customs e, guess what, não sei do meu passaporte, corro de volta, felizmente encontro. Volto a correr (a esta altura acho que já aumentei o número de maratonas). Fico despachada primeiro, levo 2 delas para ir buscar as malas. Consigo tirar as malas todas do tapete (com a ajuda de uma senhora a quem eu só digo: “olhe-me pela mais velha, sff”.) E de repente vejo o Luís a correr com a outra: “Espera, uma delas tem que lá voltar”. Largo as malas todas ao pé de um segurança (a este ponto já toda a gente olhava para nós, claro) e corro para deixar a mais velha. Volto a correr para fazer drop-off das malas (carrinho com 4 malas grandes numa mão), mala de porão e cadeira de carro na outra e uma miúda agarrada no pano – aos berros, again). Tudo a correr bem.

Clearly.

Fazem-nos passar à frente (apesar de não haver prioridade) e querem abrir os leites (não podem abrir os leites, senão como é amanhã, quando precisar deles). Então é preciso revistar-me (adorava entender a relação, mas não tenho tempo). “Revista-me filha. Mas rápido”.

Descemos. 3 crianças aos berros. O Luís com uma nos ombros, outra nos braços, 1 mochila e o carrinho pesado a tiracolo (este homem é um Tarzan, é o que eu digo. Ou o Hércules).

Corremos outra vez (sim, com um senhor a agarrar nas minhas malas e a dizer: “Im right behind you”. Procuramos a porta 16 C. Encontramos a 14C, a 17C, mas não há 16. Estamos tramados. Já temos um segurança a tentar ajudar. Outro senhor. Nada. Ups, era 18C. Corremos mais um bocado e chegamos mesmo quando a senhora está a fechar a porta. As 3 aos berros. Toda a gente a odiar-nos, I could tell. Atrasados e ainda por cima vêm com miúdos. Mas, passado 3 minutos de levantarmos voo. Ferram as 3. Ou melhor, ferramos os 5.

Menos mal.

Chegamos a casa. 32 graus às 9 da noite. Morremos de calor, de cansaço e não acreditamos que chegámos. Papa cerelac geral (faz mal à nutrição, mas muito bem ao resto tudo).

Cama.

E depois? Depois acordaram às 3 da manhã.
Bring it.
Tomorrow is another day.
(E apesar de tudo isto, daqui a 15 dias vamos para o Hawaii. Ah, ninguém nos pára. Só talvez a lava que por lá anda. Mas isso, isso logo se vê, mais perto da data).

 


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“Tenho o sol da Caparica mesmo aqui à mão”

E depois há quem pense: mas se não tens tempo, como vais à praia? Ora, porque eu tenho que estar com elas, portanto, you might as well, estar com elas onde também gostes de estar.

Pronto, praia.
E sozinha com as 3? Pois, se é o que dá, é como se vai.
Mas fui ter com uma amiga, que também tinha lá o filho (pequenino), portanto éramos duas para 3 crianças com quase menos de 2 anos. Tudo se faz.
E depois, ainda apareceu outra amiga, que quando a amiga 1 se foi embora, ela ficou e acabou por ajudar na parte de as vestir para ver se não apanhávamos a chuva que ameaçava cair, e que acabou mesmo por cair.
E assim, entre comer peixe grelhado com areia. Ou só mesmo areia, porque não? E comer iogurte com as pernas. E braços e tudo mais, porque gostamos de partilhar (às vezes), e damos à mais nova, sem ajuda da mãe. Ou então até entre mergulhos com as duas miúdas enquanto se olha para onde tenho as toalhas e a número 3, para ver se chora, já que já aprendi a ver isso só pelos olhares das pessoas à volta. Sim, isto foi um dia de praia.
E acabou por sair barato, é que, com tanta confusão de bolas, baldes, carrinho, mochilas, toalhas e até, pasme-se, 3 miúdas…saí sem pagar o almoço. E só me lembrei quando cheguei a casa. Mas caramba, alguém me podia ter avisado. Sim, porque não passo propriamente despercebida.
Check! E dizem que ter filhos sai caro. Not!
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Histórias de merda.

Então é o seguinte. O Luis teve que sair uns dias. Ficam as miúdas. Tudo bem, quem faz com duas, faz com três. E faz, mas claro que haveria qualquer coisa de espectacular para acontecer.

Depois de o Luis sair, vou dar o jantar. Ou fazê-lo, primeiro. Tudo bem. Bifes e massa, que é para ser simples. Os bifes não estavam com óptimo ar. Provei (e pelo preço deviam até ser bons. Ou eram só americanos, que aqui tudo é caro) e não me pareceram mal. Mas just in case, fui buscar o resto do frango que havia de ontem. Já comeram 2 vezes, mas quem come 2 come 3, e até aqui tudo óptimos. Umas birras, mas poucas. Está a correr bem.

Sopa comem, as usual. Chega ao frango. A mais nova (bem, agora é a do meio) começa a ser esquisita. A mais velha quer trocar o prato com ela. Ok, já trocaram colheres, agora o prato. Whatever, desde que coma, pode comer de onde quiser. A mais velha engasga-se. O frango devia estar um bocado duro (a minha melhor característica não é cozinhar). Parto em bocados mais pequenos. E pimba, agora engasga-se a do meio. Parece que vai vomitar (mas ela faz isso muito bem, portanto achei que era um belo nhecos). Só que não. De repente vomita mesmo. Apanho com a mão, como só uma mãe faz (sim, que não me venham para aqui dizer que apanham vomitados com a mão só porque sim. No meu caso foi só para não limpar o chão. Achei eu). Mas continua a sair. Tiro-a dos cintos da cadeira. Ela tenta agarrar-me, claro, assustada, e eu só pensava: “nãooooo, a tua mão está cheia de vomitado”. Mas tudo bem, parou de vomitar.

Só que não again, ponho-a no chão e afinal ainda só ia no que tinha comido há 3 dias. De repente, começa a sair o resto da semana toda (e quem sabe mais um bocado). Lá vai o chão, que com a quantidade que saiu, não havia mão que aguentasse. Ela a tremer. Eu a tremer a achar que se calhar estava ainda engasgada e lhe ia dar o badagaio (e ao mesmo tempo amaldiçoava o Luis de ter que ter saído logo hoje).

Finalmente pára. Lavo-lhe as mãos, os dentes, tiro a roupa. Tenho a mais velha a chamar por mim (menos mal que a mais nova estava a dormir – nem acredito que tenho 3). Não dá jeito tirá-la agora que o chão ainda está um nojo.

Tudo bem, digo-lhe para esperar. Limpo o chão (na verdade, sinto que isto foi só um apelo de Deus para não deixar o chão todo sujo que já estava antes sequer do vomitado, coisa que deixa o Luis a trepar paredes). Tiro essa. A outra já está em cima da cadeira (enquanto a mais velha diz: vai cair, não mana). Não porque esteja em cima da cadeira, que isso está muito, mas porque descobriu que as costas da cadeira têm barras horizontais, e está a escala-las.

Ufa, já acabou. Só que não, porque ela descobre onde eu tinha posto o vomitado no meio do babete e panos, e consegue puxar e pimba, cai tudo no chão, e parte em cima dela. Ah, maravilhas da maternidade.

Isto tudo depois de já ter o meu top todo bolsado, as usual, e de ter tido a mais velha com diarreia, a sujar tudo, porque sente que quando acaba de fazer na fralda, o melhor mesmo é tirar a fralda por sua própria iniciativa. E depois vem mostrar. Ah, maravilhas da maternidade outra vez.

Ficam as 2. A terceira estava entre berros (a esta altura) e algum bolsado também. IMG_3827

Na tentativa de que não acordasse com fome à noite, dei-lhe cerelac. Mas não lhe apeteceu muito e lá estava a mais velha de boca aberta. “Sábia-a toda” (para mim foi só desperdício da minha rica papa, que quem a come sou eu).

Qualquer dúvida sobre o que são estas caixas: é uma cômoda do IKEA que está neste sítio há mais de um mês, para eu eventualmente fazer de step, elas de mesa de pintura, e o Luis..para o Luis é só para o fazer revirar os olhos. Quanto à cômoda, um dia será montada. Só não sei quando.


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Voltaaaaa.

E depois de ter trabalhado um bocado, ter trocado 7 fraldas e meia (meia porque uma delas, eu abri e voltei a fechar, que ou bem que está cheia ou então continua no sítio que a malta não anda a comprar fraldas à parva), ter feito um “workout”, ainda que uma coisa básica e ridícula no chão da sala e ter tido uma criança ao colo a manhã quase toda, lembrei-me que ainda não tinha posto aqui as fotografias da semana passada.

Sim, porque isto de ter visitas é bom, mas quando elas são quem foram, ainda sabe melhor. E perguntam-me como é que eu tenho visitas com um bebé recém-nascido. Ora, vamos lá ver que estas visitas merecem tudo. E desta vez vieram só por 4 dias e meio. Sim, fizeram horas e horas de voos, com uma criança atrás, gastaram uma bela nota, porque dormir nesta cidade é caro as crazy e os aviões também não ficam atrás, e andaram em mixed jetlags (que duvido que tivessem sequer chegado às horas de cá, tal foi a rapidez com que vieram e foram).

Foi duro, mas do melhor. Entre um dia no mall (claro, isto é sempre um belo highlight das visitas, ahah), ir a restaurantes com boa vista (e alguns má comida, admito), bbqs, graffitis (em que se deixam as crianças no carro, tal qual abandonadas), calçar botas de cowboy e chapéus de Texanos,  e coisas que tais. Melhor só se tivessem ficado mais tempo.DSC_1540DSC_1530DSC_1437DSC_1489 copyDSC_1508DSC_1485DSC_1484DSC_1477DSC_1475DSC_1470DSC_1452DSC_1451